segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
domingo, 26 de dezembro de 2010
PROJETO DIDATICO PARA ALFABETIZAR
Isso demonstra que o foco de qualquer projeto precisa ser, a análise e a reflexão sobre o sistema de escrita e a aquisição da linguagem usada para escrever. Com isso, trabalhar seguindo os livros didáticos, os referenciais nacionais e os parâmetros dessa modalidade organizativa contribuem e muito para que a turma avance.
Ao escolher ou definir um tema de seu projeto, o professor assegura o contato dos alunos com determinada forma de trabalho o que os torna mais próximos contextualizando e significando os meios para que se alcancem resultados já esperados pelo professor.
Isso permite criar a familiaridade com os termos e explorá-los bastante com o objetivo de construir novos saberes. Quanto maior a proximidade do estudante com o aprendizado desenvolvido e trazendo o aluno próximo ao campo semântico trabalhado e a quantidade de informações adquiridas no contato com outras palavras, mais claras serão as chances de ele analisar as palavras e antecipar o que está escrito. No caso de um projeto sobre contos de fadas gênero muito usado no universo infanto-juvenil, por exemplo, há a certeza de que vocábulos desse universo - como príncipes, princesa, bruxas,reis, rainhas, bruxas, felizes para sempre- são meios recorrentes, assim como a forma como ser iniciado usando para apresentá-lo: Era uma vez. Além do mais, articular propostas de leitura e escrita em um projeto cria muitas oportunidades para o grupo se vincular de maneira pessoal e compartilhada com fontes informativas.
O professor, precisa organizar uma rotina que contemple o projeto sem deixar que as etapas de leitura e produção de texto passassem longe das situações de reflexão do sistema de escrita.
Como se sabe, só se aprende a ler e escrever lendo e escrevendo, aproximando os alunos dessa cultura de ler e escrever tendo como outros exemplos de pessoas que exercitem a leitura e escrita, isso fará com que as tentativas sejam maiores pois trás os alunos contextualizar essa rotina em sala de aula o que ajuda,o professor guiado pela busca do significado ou pela necessidade de produzir algo que tenha sentido. Contemplar o produto final, contextualizando o ensino, é o mais comum em sala de aula ao desenvolver um projeto. Porém essa preocupação só faz sentido se o tema for usado para impulsionar as quatro situações didáticas específicas que proporcionam a análise e a reflexão sobre o sistema de escrita e a aquisição da linguagem usada para escrever. São elas:
1. leitura pelo professor,
2. leitura pelo aluno,
3. escrita pelo aluno,
4. produção de texto tendo o educador como escriba. Trabalhos em que o professor faz o papel de escriba (as crianças ditam e ele escreve no quadro) favorecem o desenvolvimento de noções sobre o procedimento usado por escritores experientes: planejar, pensar no destinatário e revisar até que seja alcançada a versão final.
Para refletir sobre a escrita, a criança precisa ser desafiada a tomar várias decisões: quais letras usar? Quantas? Em que ordem? Propor que os estudantes escrevam textos conhecidos de memória e leiam o material em voz alta permite ao professor notar como eles relacionam o que dizem com o que escrevem.
Quando apontam as letras que resolveram usar para representar determinados sons, eles revelam os conflitos que têm e o que já dominam. A leitura de textos memorizados ou de assuntos próximos da criança também faz com que ela identifique com mais facilidade o que está registrado e reflita.
Explorar a linguagem usada para escrever pressupõe analisar a língua dentro de sua função comunicativa. Os estudantes também pensam sobre a linguagem própria da escrita quando têm a oportunidade de ler materiais de gêneros diferentes e notam suas características, reconhecendo as expressões usadas para começar e terminar um conto de fadas ou sabendo que nos jornais vão encontrar textos diferentes dos livros, que são as notícias e os artigos.
Explorar a linguagem usada para escrever pressupõe analisar a língua dentro de sua função comunicativa. Os estudantes também pensam sobre a linguagem própria da escrita quando têm a oportunidade de ler materiais de gêneros diferentes e notam suas características, reconhecendo as expressões usadas para começar e terminar um conto de fadas ou sabendo que nos jornais vão encontrar textos diferentes dos livros, que são as notícias e os artigos.
By: Eli Cristina
domingo, 12 de dezembro de 2010
Projetos Didático
Os projetos didáticos são feitos com o propósito de construir boas situações de aprendizagem, permitindo aos estudantes analisarem a situação na qual estão inseridos, em busca do não engavetamento do conhecimento dando um sentido amplo aos alunos um com a objetividade de aprender a aprender.
Os projetos didáticos podem estar inseridos em várias disciplinas.
Projetos didáticos são importantes porque abrem novas possibilidades de aprendizagem aos estudantes: viver situações em que é necessário tomar uma decisão sobre que caminho seguir; aprender a fazer um cronograma, considerando uma meta e as condições iniciais para realizar o projeto; decidir que estudos realizar para resolver um problema; compreender um processo de transformação ou uma questão política; predispor-se a analisar uma situação social complexa e situar quais disciplinas fornecem conhecimentos para esclarecê-la.
É preciso ressaltar que a avaliação de um projeto didático deve levar em conta, principalmente, as aprendizagens realizadas pelos alunos durante sua realização. Um projeto é bom pelas aprendizagens que proporciona a seus alunos, não pela qualidade pontual de seu produto final. Fazer uma apresentação considerada linda pelos pais pode ser até importante para as relações da escola com eles, mas não garante a realização das aprendizagens que justificaram o projeto, quando de seu planejamento.
Em um projeto didático interdisciplinar, cada professor que participa precisa ter definidos seus objetivos educativos, próprios da disciplina ou área com a qual trabalha. Exemplo disso numa matéria em português, realizar um projeto no qual os alunos aprimoram seus conhecimentos sobre características do texto informativo e desenvolvem sua competência em produzi-lo;
É preciso ressaltar que a avaliação de um projeto didático deve levar em conta, principalmente, as aprendizagens realizadas pelos alunos durante sua realização. Um projeto é bom pelas aprendizagens que proporciona a seus alunos, não pela qualidade pontual de seu produto final. Fazer uma apresentação considerada linda pelos pais pode ser até importante para as relações da escola com eles, mas não garante a realização das aprendizagens que justificaram o projeto, quando de seu planejamento.
Em um projeto didático interdisciplinar, cada professor que participa precisa ter definidos seus objetivos educativos, próprios da disciplina ou área com a qual trabalha. Exemplo disso numa matéria em português, realizar um projeto no qual os alunos aprimoram seus conhecimentos sobre características do texto informativo e desenvolvem sua competência em produzi-lo;
pesquisar sobre as diversas áreas de estruturação da metodologia escolar, divididas em disciplinas que viabilizem uma construção com o propósito de intervenção pedagógica para a tentativa de superar a uma situação problema.
Esses objetivos podem também fazer parte de um projeto envolvendo os alunos para que se apropriem de noções de leitura para a produzir um texto de acordo com a comanda da atividade.
Enfim os projetos didáticos propiciam, o estudo de problemas reais e, por isso, complexos, o que implica a necessidade de uma abordagem interdisciplinar. Uma forma de abordar esses problemas reais é por meio dos temas transversais.
By: Eli Cristina
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Construindo conhecimento
Ao analisar as contribuições da teoria construtivista, enfatizo que, entre outros aspectos: o papel do aluno como sujeito que age sobre a escrita, construindo hipóteses e concepções acerca do que representa esse objeto sociocultural e sobre como representa. Nesse sentido, a aprendizagem tem contornos diferentes das práticas tradicionais, pois valoriza a produção espontânea da criança, libertando-a dos treinos mecânicos de leitura e de escrita. Outra contribuição importante, oriunda dos estudos construtivistas, refere-se à concepção de erros de escrita. Tais erros, nas práticas tradicionais, representam sérios problemas, servindo, em muitos casos, para rotular o aluno como disléxico ou algo similar.
Nas considerações sobre interacionismo, Oswald (1997) afirma que nesta abordagem a concepção do aluno difere das concepções postuladas nas teorias supracitadas. O aluno é, portanto, um sujeito histórico-social que constrói e reconstrói a cultura, transformando-a e sendo por ela transformado. Do mesmo modo, constrói e reconstrói a escrita (objeto cultural), num processo essencialmente social que, dessa forma, juntamente com o desenvolvimento e apropriação de diferentes habilidades, favorece a ampliação das funções psicológicas superiores.
O papel do professor, nesta perspectiva, tomando o aluno como ser social que se apropria da escrita nas interações com diferentes interlocutores (mediadores), refere-se à organização de práticas interativas de ensino-aprendizagem, que provoquem o desenvolvimento de suas concepções sobre o objeto de conhecimento. Essa compreensão do aprendizado da escrita implica interpretar os erros ortográficos das crianças, na alfabetização, como conhecimento potencial acerca da escrita, indicando um conhecimento real a ser construído uma vez que:
A zona de desenvolvimento proximal define aquelas funções que ainda não amadureceram, mas que estão em processo de maturação, funções que amadurecerão, mas que estão presentes em estado embrionário. Essas funções poderiam ser chamadas de ‘brotos’ do desenvolvimento. O nível de desenvolvimento mental, retrospectivamente, enquanto a zona de desenvolvimento proximal caracteriza o desenvolvimento prospec-tivamente. (Vigotski, 1998, p. 113).
É importante, então, que o professor alfabetizador possa compreender a dinâmica da aprendizagem, percebendo o significado da prática escolar na condução desse processo e no desenvolvimento das funções psicológicas superiores da criança. De outro modo, a ênfase nos princípios da racionalidade técnica, pode limitar a escrita à mera habilidade motora, fragmentando e fossilizando o saber escolar.
Assim, o fato de não estar preparado, do ponto de vista teórico-metodológico, para o desenvolvimento das novas propostas, provocou e tem provocado sérios equívocos na prática pedagógica do professor alfabetizador. Esses equívocos referem-se ao papel do professor na sala de aula, que em razão da aplicabilidade de uma nova proposta, sem a sua adequada preparação, termina por deixar a turma entregue a situações espontâneas de aprendizagem.
Brincar é preciso
O número de especialista em educação é cada vez maior, interessados na pratica do BRINCAR na educação levando a criança a criar e explorar diferentes percepções enriquecendo o aprendizado com de forma lúdica.
Em países desenvolvidos esta pratica já vem sendo desenvolvida e a repercussão da garantia do aprendizado é garantida com valorização sendo um indicador de qualidade da educação.
“È necessário que a escola regaste o espaço da brincadeira” (Wayskorp, Giselda).
Algumas instituições adotam o modelo do brincar utilizando o lúdico de maneira banal priorizando o ensino de conteúdos, sendo assim, procuram readaptação ao modelo do mercado competitivo para satisfazer as ansiedades das famílias. “Há um descrédito na brincadeira como se fosse perda de tempo” (Wayskorp, Giselda).
A brincadeira envolve o aprendizado favorecendo a criatividade e a capacidade imaginativa dando versatibilidade a qualquer pessoa criando habilidades para trabalhos em equipes.
Os cursos de pedagogia não priorizam o lúdico em seus conteúdos não há matérias que estimulem os alunos a explorar um meio de ensino levando em consideração lúdico, o brincar de maneira que possibilita a criança a aprender de forma prazerosa, não prepara o futuro professor para brincar.
No Brasil foi desenvolvido por especialista em educação o REFERENCIAL CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL, que dispões idéias que ofereçam uma aprendizagem voltada para o lúdico, mas a circulação é precária criando impossibilidade de acesso não dando margem ao professor para acessá-lo e explorá-lo.
No campo da neurociência há variedades de estímulos onde apontam que o brincar proporciona um conjunto de significados seja no cognitivo, social, emocional e físico motor, onde os estímulos do brincar oferecem multi possibilidades favorecendo a criança amplamente em capacidades, coordenação, representação, raciocínio abstrato, entre tantas formas de percepções benevolentes para que possa utiliza a estratégia do brincar explorando os estímulos desta pratica e as internalizando.
O professor deve estar atento a forma como a criança brinca e se portam em determinada brincadeira observando seu interesse, a atenção ou a desatenção o que realmente motiva a criança a querer ou não querer brincar com determinado jogo ou situação lúdica e com isso o professor poderá oferecer possibilidades para que ela expanda seu interesse e estimule a atenção despertando seu interesse sobre determinada brincadeira.
È necessário que o professor tenha em mente que apesar de não achar que a brincadeira é indesejada não dá pra ignorar que muitas vezes é preciso ensinar a brincar, cabendo ao professor buscar campos que o auxiliem em seu desenvolvimento, ampliar o repertório das crianças inclusive brincar com elas em alguns momentos organizando ambientes para que se possa vir a acontecer à brincadeira favorecendo a autonomia e uma aprendizagem rica em contato com brinquedos e formas de brincadeiras facilitando a inserção da criança no mundo da fantasia e interação com os amigos e ambiente.
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